Emprego vs. Renda Passiva

Muita gente tem a ideia de que renda passiva é algo estranho e complicado. Mas como já mencionei antes, na prática, renda passiva não é algo difícil. Sob vários aspectos, é bem mais fácil viver por meio de fontes de renda passiva do que através de um emprego ou como profissional autônomo, principalmente no longo prazo.

A única parte difícil da renda passiva diz respeito a conseguir se sentir confortável com a mentalidade da renda passiva.

Para entender essa questão da mentalidade, vamos olhar a relação emprego x renda passiva de um outro ângulo.

Vamos supor que você já estivesse bem confortável se sustentando através de renda passiva, assim como eu estou. Imagine que você tivesse vários milhares de reais entrando todo mês na sua conta bancária, mais do que o necessário para cobrir todas as suas despesas. Independente de você trabalhar ou não, mais dinheiro continua entrando para você mês a mês, ano após ano, em função de fontes de renda passiva que você estabeleceu há muito tempo atrás.

Imagine que essa seja a sua realidade — faz parte do seu cotidiano. Você vem vivendo assim por mais de 10 anos.

Agora imagine que um amigo seu que tem um emprego tenta te convencer de que isso que você está fazendo é estranho e que você deveria adotar a mentalidade dele, largar suas fontes de renda passiva e conseguir um emprego.

Pois bem, se um amigo meu fizesse isso comigo, veja como provavelmente seria essa conversa.

Amigo: — Sabe, Steve… Você deveria se juntar às pessoas normais e conseguir um emprego convencional. Esse negócio de renda passiva que você está fazendo é muito estranho.

Eu: — Mas fazer dinheiro dessa forma funciona muito bem pra mim. O que há de errado nisso?

— Bom… Não é o que a maioria das pessoas faz. A maioria tem empregos.

— Ok, empregos. Como isso funciona?

— Basicamente, você vai trabalhar para alguém, geralmente uma empresa. Você faz o trabalho e eles lhe pagam um salário.

— Então eu vou receber uma quantia justa em relação à minha contribuição?

— Depende do que você quer dizer com justa. Obviamente eles não vão lhe pagar 100% do que o seu trabalho vale pra a empresa. Eles também precisam lucrar.

— Então eu ganho 80% do valor do meu trabalho ou algo assim?

— Na realidade, é provavelmente cerca de 30%, mas não é algo exato. Eles não sabem com certeza o quanto você está contribuindo ou quanto valor está agregando comparativamente aos demais funcionários. Então a questão salarial envolve muita adivinhação.

— E para onde vai o restante do valor que eu agrego?

— Ele é distribuído de várias formas: renda para os acionistas, lucro para a empresa, impostos, salários mais altos para executivos, vários eventos como confraternização de funcionários e assim por diante. Mas isso são os diretores que decidem. Não depende da sua opinião.

— Pelo menos eu recebo uma parte dos lucros da empresa?

— Geralmente, não, mas às vezes você recebe bônus.

— Hummm… E eu preciso trabalhar todos os dias?

— Dependendo do emprego, só nos dias de semana. Você também pode reservar algumas semanas por ano para tirar férias.

— Só algumas semanas? E se eu quiser viajar por um ou dois meses?

— Bem, normalmente você não pode. Eles precisam que você trabalhe. Talvez você consiga se acumular períodos de férias por alguns anos, mas não é bom ficar afastado por tanto tempo de uma vez só.

— E se eu estiver exausto e sem vontade de trabalhar?

— Tem café de graça.

— Café bom ou ruim?

— Depende da empresa, mas tem sempre um bom café por perto.

— Posso levar meu laptop pro café e trabalhar de lá?

— Provavelmente, não.

— Posso tirar mais tempo de férias se eu trabalhar remotamente um dia ou outro?

— Acredito que não. Eles provavelmente não irão confiar que você vai mesmo trabalhar se não estiver no escritório.

— Então eles precisam me ver trabalhando?

— Basicamente, sim. E como alguns trabalhos são em equipe, todos precisam estar juntos no mesmo local.

— Eu costumo fazer trabalhos em equipe. E a gente se comunica pela internet ou por telefone.

— É, alguns empregos até estão evoluindo nessa direção, mas a maioria dos empregadores ainda quer que você apareça todos os dias.

— Onde eu preciso trabalhar?

— Na maioria dos empregos de escritório, você irá trabalhar numa estação de trabalho, também chamada de baia.

— O que é uma estação de trabalho?

— É uma subdivisão de uma sala maior, delineada por divisórias, com espaço suficiente para uma mesa e uma cadeira. Normalmente as baias possuem de 15 a 25 metros quadrados de espaço.

— Meu escritório em casa tem cerca de 60 metros quadrados, com banheiro e chuveiro privados. E eu ainda posso trabalhar de onde eu quiser. Não fico confinado nesse espaço.

— É, você provavelmente não terá um espaço desse tamanho sendo um funcionário, mas não é algo fora de cogitação. Isso depende do emprego.

— E quanto ao pagamento?

— Bom, você provavelmente ganharia muito menos do que ganha hoje fazendo o mesmo tipo de trabalho. Só pra você ter uma ideia, o salário médio de um blogueiro é de US$ 17 mil a US$ 38 mil por ano (fonte).

— Nossa… Isso é muito menos do que o que eu ganho hoje passivamente, mesmo quando estou de férias. Como eu iria sobreviver com esse salário?

— Outras pessoas conseguem viver com esse salário. Você teria que cortar algumas despesas, até mesmo porque vai precisar de dinheiro para o transporte (combustível, manutenção do carro), trajes adequados para o trabalho e várias outras despesas às quais os funcionários estão sujeitos. Mas você deve ganhar uma camiseta da empresa e uma caneca, e talvez um mouse pad se tiver sorte, então isso meio que compensa.

— Credo. Mas e se de alguma forma eu pudesse ganhar a mesma quantia que ganho hoje, só que com um emprego ao invés da renda passiva?

— Isso seria bastante improvável, mas se você conseguisse, pagaria muito mais em impostos porque se enquadraria numa faixa alta do imposto de renda. Você não tem como usar os mesmos recursos que usa hoje pra reduzir seus impostos, como descontar despesas, etc.

— Estamos falando de quanto a mais em impostos?

— Os impostos extras que você pagaria dariam pra comprar um carro novo todo ano.

— Não parece tão atrativo. Pelo jeito seria mais difícil de crescer com tanto dinheiro saindo do salário para pagar impostos.

— Sim, mas o governo entende isso, então ele faz parecer menos doloroso escondendo uma parte desses impostos. Daí não parece que sua renda está sendo reduzida tão drasticamente por eles. Pra começar, você nem recebe essa parte do salário. Alguns dos seus impostos são camuflados na forma de impostos pagos pelo seu empregador, como a contribuição para a previdência social e plano de saúde. Então mesmo que seu contracheque registre um determinado salário, o seu salário real (da perspectiva do governo e do empregador) é maior. E você pode apostar que o seu empregador espera recuperar esses impostos através de valores agregados por você.

— Estou ciente disso. As leis são claramente mais rígidas com quem se enquadra nas faixas mais altas do imposto de renda, e quanto maior a faixa, mais imposto se paga. Então por que as pessoas querem se enquadrar nessas faixas mais altas?

— A maioria das pessoas não entende muito dessas coisas. Além disso, elas não saberiam o que fazer com o dinheiro extra mesmo. Ganhar menos as mantém longe de problemas, e isso garante que elas continuem indo trabalhar. A economia precisa continuar crescendo.

— Ok.

— Mas também existem algumas regalias para quem tem emprego.

— Tipo o quê?

— Plano de saúde.

— Eu tenho um, mas dificilmente uso porque prefiro me manter saudável.

— Bom, você poderia ser menos saudável se tivesse um emprego, e não teria que pagar por isso.

— Hummmm…

— Também tem café de graça.

— Você já disso isso.

— Eu comentei que você pode tomar quantos quiser?

— Certo. Então que tipo de trabalho eu faria num emprego?

— Isso depende do emprego, mas geralmente é algo que ajuda a atingir as metas da empresa.

— Quem estabelece as metas?

— Numa empresa bem administrada, os executivos que decidem isso, com a opinião dos membros da diretoria, principais investidores, e às vezes dos funcionários também.

— Onde eu posso ver essas metas?

— Geralmente você não pode, mas às vezes eles revelam partes delas em forma de declarações da missão da empresa, uma lista de objetivos ou talvez um memorando. Isso é revelado somente para quem precisa saber, e a maioria dos funcionários não precisa.

— Certo. Então como eu sei em quais metas trabalhar?

— Seu chefe define isso, então você só faz o que seu chefe disser para você fazer.

— Tudo bem, mas e se o meu chefe não fizer um bom trabalho me dizendo o que fazer?

— Isso acontece com frequência. Aí, você administra a situação. Basta parecer estar ocupado quando tiver gente por perto que tudo ficará bem. As responsabilidades individuais tendem a ser bem pequenas, então contanto que você não chame a atenção por estar claramente desocupado, provavelmente não terá problemas.

— E se eu e o meu chefe discordarmos a respeito de como atingir as metas da empresa?

— É aí que você começa a entrar na política da empresa, o que pode ser muito confuso. Algumas pessoas fazem o que o chefe manda e pronto, mesmo sabendo que não irá funcionar. Outras tentam negociar. Às vezes dá certo, mas às vezes elas são ignoradas ou até demitidas se o chefe não gostar.

— Se eu fizer um bom trabalho ajudando a empresa a atingir suas metas, eu recebo uma recompensa extra por isso?

— Sim, algumas vezes. Você pode receber um aumento, um bônus, ou uma promoção. Ou você pode receber recompensas psicológicas como elogios, gratidão e reconhecimento. Às vezes, porém, você não ganha nada além do seu salário.

— Como funcionam as promoções?

— Você ganha um novo cargo e tem mais responsabilidades, o que normalmente resulta num salário maior. Às vezes resulta em mais horas de trabalho também.

— E se eu vier com uma ótima ideia, mas que não faça parte das minhas atribuições?

— Hummm… É… Não faça isso.

— Por que não?

— Você só vai arrumar confusão. Os outros funcionários não irão gostar que você tente passar por cima deles, e farão da sua vida social no trabalho um inferno até você recuar.

— Então, se eu tentar trabalhar mais ou de forma mais inteligente e for promovido mais rapidamente, os outros funcionários podem tentar me prejudicar?

— Provavelmente. Seu chefe também pode não gostar muito disso.

— Meu chefe não iria gostar? Por que não? Não é parte do trabalho dele cultivar bons talentos?

— Talvez, mas ele também quer se destacar. Não é bom pra ele se um dos subordinados estiver agregando mais valor.

— Não parece ser um ambiente onde eu queira realmente dar o melhor de mim.

— É, mas não tem problema. Felizmente você não precisa dar o seu melhor. Você só precisa fazer um mínimo. Na verdade é mais fácil assim.

— Mas se eu não estiver fazendo o melhor que posso, vou acabar me sentindo mal comigo mesmo. Isso não vai diminuir a minha autoestima?

— Claro, mas você se acostuma. Todo mundo se adapta.

— Certo. E quanto ao sexo?

— Do que você está falando?

— Bom, se eu estiver com uma colega de trabalho e nós dois ficarmos excitados, onde devemos ir pra fazer uma pausa sexual? Existem salas especiais pra isso?

— Ah! Não, não, não… Isso seria demais. Vocês dois poderiam ser demitidos por esse tipo de coisa. Além disso a empresa poderia ser processada.

— Processada por quem?

— Provavelmente pela mulher com quem você fez sexo.

— Então se nós fizermos sexo consensual, ela processaria a empresa? Pelo quê?

— Assédio sexual, eu acho. As pessoas têm ganhado milhões fazendo esse tipo de coisa.

— Então o que as pessoas fazem se ficam com tesão no trabalho? As pessoas ainda ficam excitadas a qualquer hora, certo?

— Claro… Elas ficam excitadas o tempo todo. Mas reprimem isso e fingem que não estão sentindo nada. Acabam se virando sozinhas depois, normalmente com pornografia na internet.

— As pessoas veem pornô nos seus empregos?

— Ah, não! Isso também seria demais. Elas podem ser demitidas por isso também. O que acontece é que elas terminam resolvendo isso depois, em casa.

— Tudo bem, então deixa eu ver se entendi. Você sugere que eu encerre todos as minhas fontes de renda passiva, vá trabalhar pra alguém, tenha um chefe e faça o que ele disser mesmo que suas decisões não sejam inteligentes, faça um trabalho medíocre ao invés de fazer o meu melhor, socialize com pessoas que também fazem um trabalho medíocre, trabalhe mais horas pra ganhar menos dinheiro, tire menos férias e peça permissão para tirá-las, pague um bom dinheiro a mais em impostos, e acima de tudo isso, nada de sexo?

— Basicamente, sim. Mas você está menosprezando o aspecto da segurança.

— O que isso tem de seguro?

— Bem, você terá um salário fixo.

— O quão fixo? Sempre vou recebê-lo?

— Bem, claro que isso pode acabar. Você poderia ser demitido.

— Eu posso evitar ser demitido?

— Não necessariamente. Isso poderia acontecer por circunstâncias fora do seu controle, você poderia cometer um erro, ou algum superior poderia não gostar de você.

— Então como isso é seguro?

— Bom, a maior parte é segura.

— Então se eu for demitido, quanto de receita residual eu continuarei recebendo?

— Geralmente, nada. Você pode receber uma indenização em certos empregos, mas isso é algo de curto-prazo. Na maioria das vezes, quando seu emprego termina, você para de receber.

— Mas no momento eu sou pago independente de trabalhar, e eu não posso ser demitido.

— É, isso é estranho.

— É normal pra mim.

— Bom, eu sei que você já está acostumado a fazer do seu jeito, mas empregos são muito populares. Eles obviamente funcionam para muitas pessoas.

— E quanto a procurar um emprego? É automático?

— Ah, não. As pessoas precisam procurar empregos e se candidatar a eles.

— Como elas escolhem seus empregos? Elas pensam no que gostam de fazer e procuram por um emprego que as deixa fazer aquilo?

— Normalmente não é tão simples assim. Na maioria das vezes elas precisam ver o que está disponível, e provavelmente não vai bater com o que elas realmente gostam de fazer.

— E quando elas encontram um emprego e se candidatam, aí elas são contratadas?

— Não. De novo, não é tão simples. É um mercado competitivo. Elas têm que se candidatar, mas provavelmente não serão escolhidas. Elas podem ter que se candidatar a vários empregos antes de conseguirem um, e pode não ser o que elas mais queriam. Além disso, milhões de pessoas que querem emprego simplesmente não conseguem ter um.

— Isso parece ser estressante e muita perda de tempo. O que elas fazem se não conseguem emprego?

— Bom, elas tem que puxar o saco de alguém pra conseguir. Alguém do governo, um conhecido, um amigo ou parente.

— E se mesmo assim elas não conseguirem emprego, e não tiver mais ninguém para babar o ovo?

— Aí podem virar moradores de rua.

— Isso não parece muito seguro pra mim.

— Bem, a maioria das pessoas não acaba nessa situação. Então funciona bem no geral. E morar na rua não é tão ruim quanto parece. As pessoas se viram.

— A maioria das pessoas gosta dos seus empregos?

— Não, pelo menos 80% não gosta.

— Então por que elas continuam indo ao trabalho?

— Elas precisam de dinheiro. Que escolha elas têm?

— Elas podem ganhar dinheiro sem um emprego.

— É, talvez. Mas quem faz isso?

— Eu faço.

— É, mas você é estranho.

— Eu fico grato de você ter me contado tudo isso, mas não entendo muito bem por que todos consideram esse negócio de emprego normal. Então acho que vou ficar com o meu jeito de fazer dinheiro, mesmo você achando estranho. Eu gosto do trabalho que faço, ganho bem, trabalhando ou não, posso viajar quando quiser, não tenho chefe, não posso ser demitido, não sinto que esteja pagando impostos demais, posso dar o meu melhor sem ser pressionado a ser medíocre, e se eu estiver trabalhando com alguém e nós ficarmos com tesão, podemos dar um jeito juntos e depois voltar ao trabalho com um sorriso no rosto. E ninguém vai ser processado. Agora, o melhor de tudo é que eu posso usar a palavra Dono como o meu cargo oficial.

— Claro, isso parece ótimo, mas a maioria das pessoas não pode fazer isso.

— Por que não?

— Eu não acho que a maioria das pessoas seja inteligente o suficiente.

— Tem muita gente não tão brilhante ganhando renda passiva. Você ficaria impressionado ao saber quanta capacidade mental é liberada quando você não tem que lidar com um chefe ou com normas empresariais, quando você não se detém a fazer um trabalho medíocre ao invés de dar o seu melhor, quando você não está estressado por que pode ser demitido, ou quando precisa se fingir de celibatário.

— Verdade, mas essas pessoas são estranhas também.

— Talvez.

— Além disso, renda passiva é complicada demais para a maioria das pessoas.

— Se as pessoas conseguem lidar com todas as complexidades dos empregos, vão achar moleza ganhar renda passiva. Não há procura por emprego, nem candidatura, nem chefe, nem normas da empresa, nenhuma necessidade de economizar férias, nem risco de ser demitido, nem transporte diário, e menos impostos. Sim, há uma curva de aprendizado maior no início, mas se as pessoas aguentam trabalhar para os outros, eu acho que pode facilmente estabelecer fontes de renda passiva. E quando fizerem isso uma vez ou duas, passa a ser quase automático depois.

— Bem, ainda estou um tanto cético, então sugiro que você pense um pouco melhor. Repito, empregos são populares. Eu acho que você devia experimentar.

— Você acha que eu iria gostar?

— Não, mas você se acostumaria. Acredite. Tudo ficaria bem. Repito, isso é muito popular.

— Talvez pelo café de graça.


foto: Adam Foster | Codefor

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Steve Pavlina...

...é considerado o blogueiro internacional mais bem-sucedido e popular na área de desenvolvimento pessoal, com leitores em mais de 150 países. Por mês, seu site atrai mais de 2 milhões de pessoas - e isso sem propaganda, apenas no boca-a-boca. Leia seus artigos ou saiba mais sobre o autor.

Comments

  1. Demais aprender sobre renda passiva, procrastinação e trabalho com estes artigos do Pavlina, parabéns pelas ótimas traduções.

    Descobri que tenho um livro do Pavlina, que acabei nem lendo direito, chama Pessoas Inteligentes Sabem o que Querem, deve ser uma boa hora para lê-lo.

  2. Muito bom esse diálogo! nos faz perceber as armadilhas de um emprego “seguro”.

    Eu também faço renda passiva com blog, apesar de ainda não estar no nível de Steve PAvlina, hehe.

    Gostaria de deixar aqui um convite para que leiam um post que fiz sobre armadilhas para nossa produtividade.

    http://www.andreloureiro.com.br/8-armadilhas-para-sua-produtividade/

    Se a gente identifica alguns desses erros, temos poder de elimina-los.

    abraço

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